segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Sóbria




Puxa, como tem coisa dentro de mim!
Uma razão piegas convivendo
Com um amor metódico,
Um colorido negro
Uma dúvida dentro da resposta
Um ensurdecedor silêncio.

Como viver assim?
Uma certeza remoendo
Lucidez psicótica
Num verão gélido
Modernidade ortodoxa
Incontáveis sentimentos.

Mas para tudo existe um fim
Sanidade renascendo louca, exótica
Curando o enfermo
Ganhando a aposta
Extinguindo o lamento.

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