segunda-feira, 24 de setembro de 2007


Raiva

Arrebatamento vermelho
de contrariedades.
È um não insistente:
Um não querer saber
não entender.
É um caminho perigoso
Trilha de minas explosivas.
É estar cheio
Ser impetuoso
Armado até os dentes
Cheio de não me toques
Louco pra dar o troco.

Um comentário:

Pierre Caldeira Cortes disse...

Dami,

Adorei o seu poema.
Pura raiva.
A cor vermelha nas letras já diz tudo.
Saudades, viu?

Beijos.